quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Distúrbios do sono entre primeiros indícios da doença de Alzheimer
Os distúrbios do sono podem estar entre os primeiros indícios da presença da doença de Alzheimer, de acordo com um estudo com ratos conduzido por cientistas americanos. Os investigadores detectaram transtornos significativos no ciclo normal do sono e vigília quando surgem os primeiros sinais de acumulação de placas amilóides no cérebro
Os ratos são animais noctívagos e, geralmente, dormem cerca de 40 minutos por cada hora de luz diária. No entanto, quando se começaram a formar nos seus cérebros placas amilóides, que são características da doença de Alzheimer, o tempo médio de sono desceu para cerca de 30 minutos por hora. Esta nova investigação mostra que, quando aparecem os primeiros indícios de placas amilóides no cérebro, cessam, tanto em ratos como em humanos, as flutuações naturais nos níveis de proteína β-amilóide.
Para confirmar que a β-amilóide estava directamente relacionada com as alterações do sono, os investigadores vacinaram contra a acumulação desta proteína um novo grupo de ratinhos com a mesma modificação genética. Verificaram, então, que os seus padrões de sono foram normais e que os níveis de β-amilóide no cérebro continuaram a flutuar normalmente.
Disruption of the Sleep-Wake Cycle and Diurnal Fluctuation of β-Amyloid in Mice with Alzheimer’s Disease Pathology
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Mutação genética pode prevenir doença de Alzheimer
Um grupo de investigadores islandeses identificou uma mutação genética que reduz a acumulação de proteína β-amilóide sob a forma de placas senis no cérebro, considerada uma das causas para o declínio cognitivo associado ao envelhecimento e para os défices agravados que ocorrem na doença de Alzheimer.
O estudo analisou o genoma de 1796 pessoas em busca de alterações do gene que codifica a proteína β-amilóide, já que a sua acumulação em forma de placas é uma das causas da doença de Alzheimer. Em diversas experiências realizadas, a equipa de investigadores observou que esta alteração genética reduzia em 40% a formação das referidas placas e que as pessoas sem Alzheimer incluídas no estudo, com idades entre os 80 e 100 anos e que eram portadoras dessa mutação, demonstraram funções cognitivas em melhor estado do que as que não tinham a referida alteração genética.
O estudo mostra, assim, que esta alteração genética protege da doença de Alzheimer, e poderá representar uma nova possibilidade para melhorar os tratamentos preventivos existentes.
As funções cognitivas dizem respeito à memória, linguagem, atenção, percepção, linguagem e funções executivas.
Os resultados deste estudo foram publicados, no início de Agosto, na revista Nature.
O estudo analisou o genoma de 1796 pessoas em busca de alterações do gene que codifica a proteína β-amilóide, já que a sua acumulação em forma de placas é uma das causas da doença de Alzheimer. Em diversas experiências realizadas, a equipa de investigadores observou que esta alteração genética reduzia em 40% a formação das referidas placas e que as pessoas sem Alzheimer incluídas no estudo, com idades entre os 80 e 100 anos e que eram portadoras dessa mutação, demonstraram funções cognitivas em melhor estado do que as que não tinham a referida alteração genética.
O estudo mostra, assim, que esta alteração genética protege da doença de Alzheimer, e poderá representar uma nova possibilidade para melhorar os tratamentos preventivos existentes.
As funções cognitivas dizem respeito à memória, linguagem, atenção, percepção, linguagem e funções executivas.
Os resultados deste estudo foram publicados, no início de Agosto, na revista Nature.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Rui Abrunhosa Gonçalves publica estudo com ofensores sexuais presos
Fonte da notícia: Site da Faculdade de Psicologia da Universidade do Minho
Rui Abrunhosa Gonçalves, investigador da Unidade de Investigação em Justiça e Violência do CiPsi - Escola de Psicologia, publicou um estudo no Journal of Interpersonal Violence, com Maria Francisca Rebocho (Universidade Fernando Pessoa).
Este estudo, desenvolvido a partir de uma amostra de 216 ofensores sexuais em cumprimento de pena de prisão, procura evidenciar diferenças ao nível dos padrões de ataque às vítimas consoante o agressor seja identificado como violador ou abusador sexual de menores.
Maria Francisca Rebocho and Rui Abrunhosa Gonçalves (in press). Sexual Predators and Prey: A Comparative Study of the Hunting Behavior of Rapists and Child Molesters. Journal of Interpersonal Violence 0886260512438280, first published on April 4, 2012 as doi:10.1177/0886260512438280 Rui Abrunhosa Gonçalves, investigador da Unidade de Investigação em Justiça e Violência do CiPsi - Escola de Psicologia, publicou um estudo no Journal of Interpersonal Violence, com Maria Francisca Rebocho (Universidade Fernando Pessoa).
Este estudo, desenvolvido a partir de uma amostra de 216 ofensores sexuais em cumprimento de pena de prisão, procura evidenciar diferenças ao nível dos padrões de ataque às vítimas consoante o agressor seja identificado como violador ou abusador sexual de menores.
Mais informações:
http://jiv.sagepub.com/content/early/2012/02/23/0886260512438280.abstract
Investigadores da Universidade do Minho publicam na revista Psychology and Psychotherapy: Theory, Research and Practice
Fonte da notícia: site da Faculdade de Psicologia da Universidade do Minho
Eugénia Ribeiro, António Ribeiro e Miguel Gonçalves, investigadores da Unidade de Psicoterapia e Psicopatologia do CiPsi - Escola de Psicologia da Universidade do Minho, juntamente com Adam Horvath (Simon Fraser University, Canadá) e William B. Stiles (Miami University, EUA), publicaram na revista Psychology and Psychotherapy: Theory, Research and Practice.
Neste artigo, os investigadores apresentam o enquadramento conceptual e metodológico de um novo instrumento de investigação focado na análise de colaboração terapêutica: o Therapeutic Collaboration Coding System (TCCS).
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